De Astana a Osaka, quem é quem nos confrontos da Copa Davis

Crédito: Takeo Tanuma/ITF

Nos próximos três dias serão definidos os países classificados para a final da Copa Davis e também aqueles que estarão no Grupo Mundial da competição em 2018, que tem o sorteio da chave agendado para a manhã de quarta-feira em Londres, em evento que também sorteara a próxima Fed Cup.

Ao todo o fim de semana da Copa Davis movimenta 10 países entre semifinais e Playoffs do Grupo Mundial. Entram em quadra Alemanha, Argentina, Belarus, Brasil, Canadá, Cazaquistão, Colômbia, Croácia, Holanda, Hungria, Índia, Japão, Portugal, República Tcheca, Rússia e Suíça, na disputa por oito vagas na chave de 2018, que já tem garantidos Austrália, Bélgica, Espanha, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Itália e Sérvia.

O Sportv e o Bandsports transmitem o confronto entre Brasil e Japão além das semifinais.

Crédito: Philippe Buissin/ITF

Nas semifinais, Bélgica e Austrália jogam em Bruxelas, enquanto França e Sérvia se enfrentam em Lille, com os belgas liderados por David Goffin buscando a terceira final da história para finalmente conseguir o título, seus rivais australianos contando com Nick Kyrgios para tentar findar o jejum de 14 anos sem títulos, os sérvios bastante desfalcados em busca da segunda final após o título em 2010 e os franceses que contam com os atuais melhores tenistas do país, como Jo-Wilfried Tsonga e Lucas Pouille, além de uma das melhores duplas do mundo formada por Herbert e Mahut. O último título francês foi em 2001.

Confira abaixo os jogos, horários e os jogadores de cada confronto das semifinais:

🇧🇪 – 🇦🇺

Local: Palais 12, Bruxelas (BEL) – Saibro coberto
Horários: Sexta às 9h – Sábado às 10h – Domingo às 9h (Brasília)


🇫🇷 – 🇷🇸

Local: Stade Pierre Mauroy, Lille (FRA) – Saibro descoberto
Horários: Sexta às 8h – Sábado às 9h – Domingo às 8h (Brasília)


Nos Playoffs do Grupo Mundial, alguns confrontos são interessantes justamente devido aos desfalques, mas há outros bem discrepantes como Rússia e Hungria ou Canadá e Índia. Só que Copa Davis é Copa Davis e vice e versa, como diria o poeta. De vez em quando aparece um tenista com ranking muito baixo e surpreende, um duplista ganha jogo de simples de um top 50 e por aí vai.

Crédito: Srdjan Stevanovic/ITF

Veja abaixo os confrontos e as respectivas informações:

🇯🇵 – 🇧🇷

Local: Utsubo Tennis Center, Osaka (JPN) – Duro descoberto
Horários: Quinta às 23h – Sexta às 23h – Sábado às 23h (Brasília)

🇰🇿 – 🇦🇷

Local: National Tennis Centre, Astana (KAZ) – Duro coberto
Horários: Sexta às 3h – Sábado às 5h – Domingo às 5h (Brasília)

🇨🇴 – 🇭🇷

Local: Plaza de Toros la Santamaria, Bogotá (COL) – Saibro descoberto
Horários: Sexta às 12h – Sábado às 12h – Domingo às 12h (Brasília)

🇨🇭 – 🇧🇾

Local: Swiss Tennis Arena, Biel (SUI) – Duro coberto
Horários: Sexta às 8h – Sábado às 8h – Domingo às 8h (Brasília)

 

🇳🇱 – 🇨🇿

Local: Sportcampus Zuiderpark, Haia (NED) – Saibro coberto
Horários: Sexta às 9h – Sábado às 8h – Domingo às 7h (Brasília)

 

🇵🇹 – 🇩🇪

Local: Centro de Tênis do Jamor, Oeiras (POR) – Saibro descoberto
Horários: Sexta às 7h – Sábado às 10h30 – Domingo às 7h (Brasília)

 

🇭🇺 – 🇷🇺

Local: Kopaszi Dam, Budapeste (HUN) – Saibro descoberto
Horários: Sexta às 11h – Sábado às 9h – Domingo às 9h30 (Brasília)

🇨🇦 – 🇮🇳

Local: Northlands Coliseum, Edmonton (CAN) – Duro coberto
Horários: Sexta às 18h – Sábado às 16h – Domingo às 16h (Brasília)

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As ausências e o rumo da Copa Davis

Crédito: Cristiano Andujar

Um confronto da equipe brasileira abre a série de confrontos que acontecem pela Copa Davis até o domingo, com a disputa de vaga na primeira divisão de 2018 e, principalmente, a decisão dos times classificados para a final da competição na temporada atual. E, como já tem sido tão comum na Copa do Mundo do tênis, será um fim de semana marcado por ausências.

Lesões, aposentadoria da competição, falta de preparo físico, falta de vontade ou alguma presepada mesmo, a lista de jogadores que poderiam estar escalados para jogar este fim de semana é grande:


🇩🇪 Alexander Zverev #4, Mischa Zverev #27, Philipp Kohlschreiber #34 e Florian Mayer #69

🇦🇷 Juan Martin Del Potro #24, Leo Mayer #53, Horacio Zeballos #64 e Federico Delbonis #65

🇧🇷 Rogerio Dutra Silva #74 e Thomaz Bellucci #76

🇨🇦 Milos Raonic #11

🇨🇴 Robert Farah #27D

🇭🇷 Ivo Karlovic #49, Borna Coric #56 e Ivan Dodig #13D

🇳🇱 Jean-Julien Rojer #10D

🇯🇵 Kei Nishikori #14

🇨🇿 Tomas Berdych #19

🇷🇺 Andrey Kuznetsov #88 e Evgeny Donskoy #89

🇷🇸 Novak Djokovic #6, Viktor Troicki #47 e Janko Tipsarevic #68

🇨🇭 Roger Federer #2 e Stan Wawrinka #8

Crédito: Corinne Dubreil/ITF

Sim, a ausência de estrelas em (não apenas) playoffs tem sido cada vez mais frequente na Copa Davis, motivo pelo qual a Federação Internacional de Tênis (ITF) planeja mudanças há anos e está prestes a colocar em prática sem ir no principal foco do problema, é claro.

O problema da competição não é a quantidade de sets, ou a final não ser em local neutro. Há dois problemas mais urgentes que são o calendário e a grana.

Primeiro vamos ao calendário: A rodada que começa hoje acontece seguida ao US Open, sendo que na Davis não é tão simples uma equipe chegar e jogar. Tem uma semana de treinos, o piso muda, a bola muda, a altitude muda, a distância é longa dependendo do país que sedia, tem adaptação ao fuso horário.

Mas é só na semana dos Playoffs? Não, a primeira rodada do Grupo Mundial tem sido logo após o Australian Open, as quartas de final e zonais logo após a sequência dos Masters 1000 de Cincinnati e Miami. E se tivesse mais duas semanas de Davis no ano, encaixariam pós Roland Garros e Wimbledon.

Enfim, mas não se fala em trocar o calendário da competição centenária, o que precisaria de uma negociação forte com a ATP.

Crédito: Corinne Dubreil/ITF

E o outro detalhe que a ITF deixa claro é que quer as estrelas jogando, mas por “patriotismo”. A dona da Davis distribui dinheiro de premiação para as federações/confederações nacionais com um valor não divulgado publicamente e definido a portas fechadas em Assembleia Geral e não são todos os países que repassam a verba diretamente aos atletas seja ela inteira ou descontadas despesas, com valor igualitário ou dividido conforme ranking, com regras claras, enfim.

Não basta demonizar as entidades políticas de cada país e achar que elas são as culpadas. A ITF divulga todo ano um comunicado se gabando do alcance mundial da Davis, a quantidade de espectadores, telespectadores, acessos ao site, mídias sociais e acesso ao seu mais novo canal pago que estreia neste fim de semana com os jogos transmitidos ao vivo para todo o planeta.

Os países que sediam um confronto arcam com as despesas e têm espaço limitado para explorar em patrocínios, pois o produto já vem pronto e com marcas pelas quais arrecada a sua grana a ITF. Então é só a ITF? Não, as entidades de cada país aprovam as contas dela e suas decisões. As mudanças estouram para o lado dos atletas por ser mais fácil, eles não estão presentes nas reuniões e são poucos os países que dão participação a eles nas entidades nacionais.

Crédito Takeo Tanuma/ITF

No Brasil causou um certo espanto as ausências primeiro de Rogerio Dutra Silva e depois de Thomaz Bellucci, cada uma com o seu motivo. Mas a equipe brasileira é um ponto fora da curva quando se fala de ausências por parte do jogador, já que o torcedor sabe escalar o time quase fixo com Bellucci, a dupla Melo/Soares e mais um. Eles geralmente estão presentes até mesmo em zonais, o que não é nem de longe a coisa mais comum numa Copa Davis, só que no nosso caso a quantidade de atletas que temos com nível e experiência neste tipo de competição é o que causa o prejuízo.

As marcas de Bia Haddad Maia em Wimbledon

Credito: AELTC/Dave Shopland

Beatriz Haddad Maia não teve referências no tênis feminino brasileiro quando juvenil. Quando pequena, sua tenista favorita no feminino era a belga Justine Henin, na adolescência passou a apontar para Petra Kvitova como o seu modelo favorito de jogo. Falta de jogadoras no top 100, em chaves principais de Grand Slam, com títulos WTA e vitórias em torneios grandes.

Desde quando a paulista de 21 anos nasceu, apenas Teliana Pereira havia disputado a chave principal de Grand Slams e isso aconteceu já no momento em que Bia estava competindo no tênis profissional. Em Wimbledon, o hiato de participações brasileiras foi de 1991 a 2013, um total de 23 edições consecutivas sem nenhuma jogadora do país.

Assim como Teliana foi desbravadora nos últimos três anos, agora chegou o momento de Bia ser a referência para as jovens tenistas. Ela obteve nesta segunda-feira a sua primeira vitória em chave principal de Grand Slam em sua segunda partida disputada neste nível. Em Roland Garros, passou o quali e perdeu para a russa Elena Vesnina, mas em Wimbledon, derrotou a britânica Laura Robson com 6/4 6/2 para se tornar apenas a oitava brasileira a vencer no Slam da grama em simples.

Antes de Bia, nem mesmo Teliana havia conseguido vencer jogos em Londres. A última havia sido a paranaense Gisele Miró, em 1988. As outras seis tenistas brasileiras que venceram partidas em Wimbledon foram Niege Dias, em 1986, Claudia Monteiro, em 1984, Patricia Medrado, em 1982, Suzana Petersen, em 1969, Ingrid Metzner, primeira brasileira a jogar o torneio, em 1956, e Maria Esther Bueno, a única que venceu mais de um jogo na grama inglesa, com um total de 51 vitórias e três títulos conquistados.

A primeira vitória de Bia em Wimbledon encerra um jejum de 28 anos para o Brasil, vai colocá-la em seu melhor ranking da carreira após o torneio inglês, hoje ela estaria próxima de 80ª. E esta também foi o 58º triunfo de uma brasileira no Grand Slam britânico em 92 jogos disputados por tenistas do Brasil, número que é turbinado com as campanhas históricas de Maria Esther Bueno, tricampeã em 1959, 1960 e 1964, além do vice em 1965 e 1966.

A história mostra que poucas brasileiras tiveram o privilégio de jogar a chave principal em Wimbledon, sendo que Bia é apenas a 12ª em mais de 100 anos de torneio. Entre as que não venceram jogos na chave, Maria Helena Amorim, Glaucia Langela, Andrea Vieira e Teliana Pereira se juntam às oito citadas anteriormente.

Há torcedores que lamentaram o fato de a brasileira enfrentar a cabeça de chave 2 do torneio, a romena Simona Halep, já na segunda rodada. Mas pelo histórico de campanhas das brasileiras, Bia já fez grande coisa ao vencer a estreia e tem muita coisa a seu favor. É jovem, ainda desconhecida de algumas das principais jogadoras do circuito, enfrenta uma adversária que tem um jogo que não lhe é tão incômodo, entra sem pressão nenhuma enquanto Halep está em busca do primeiro título de Grand Slam e no número 1 do mundo. E caso consiga uma vitória, o que não seria absurdo pelas condições encontradas, seria a primeira brasileira desde Maria Esther Bueno a vencer mais de um jogo no torneio mais tradicional do tênis.

Tal qual fez Teliana ao encerrar o jejum de brasileiras em chaves principais de Grand Slam, em títulos de WTA e no top 100 do ranking feminino, agora é Bia quem assume o papel principal do tênis feminino brasileiro em um momento no qual as outras jogadoras do país não vivem uma fase promissora. Enquanto Bia vai subindo em seu nível de jogo e nas posições do ranking, Teliana e Paula Gonçalves estão fora do top 300.

E hoje também há poucas jogadoras de menos de 23 anos com bons resultados. Laura Pigossi, de 22 anos, é a 408ª do mundo, Carolina Alves, de 21, é a 456ª, Luisa Stefani é 728ª, Thaisa Pedretti ocupa o número 734, Ingrid Gamarra Martins é 792ª, Karolayne Rosa é 956ª e Rafaela Sanros é 1096ª. Elas são as poucas novatas em um ranking que tem apenas 15 jogadoras brasileiras atualmente. No ranking mundial juvenil, Pedretti é a única entre as 100 melhores.

Bia é um dos raros casos no feminino de tenista que cresceu acompanhada pela Confederação Brasileira de Tênis. Ela recebe apoio com passagens aéreas desde que ingressou na academia de Larri Passos e fez parte do pouco duradouro Projeto Olímpico, em 2011. Um caso de sucesso, mesmo depois de problemas que atrapalharam sua carreira neste período.

O papel tem sido bem feito dentro de quadra por Bia e fora de quadra por sua equipe já há alguns anos. Agora é hora de aproveitar o sucesso dela não apenas para comemorar e se vangloriar do que deu certo, mas que se trabalhe por uma sequência, com meninas de 12, 14, 16 e 18 aproveitando a referência, para que não fiquem tantos tabus a serem quebrados nos próximos 20 ou 30 anos.

Abaixo, a lista de jogos de brasileiras na chave principal de Wimbledon:


1956 – Ingrid Metzner

R128: Ingrid Metzner (BRA) d. Elsa Schmith (DEN) – 6/3 6/4

R64: Pat Hird (GBR) d. Ingrid Metzner (BRA) – 3/6 6/0 7/5


1957 – Maria Helena Amorim

R64: Berna Thung (NED) d. Maria Helena Amorim (BRA) – 6/3 4/6 6/1


1958 – Maria Esther Bueno

R128: Maria Esther Bueno (BRA) [4] d. Hazel Cheadle (GBR) – 6/1 6/2

R64: Maria Esther Bueno (BRA) [4] d. Renee Schuurman (RSA) – 6/0 6/2

R32: Maria Esther Bueno (BRA) [4] d. Joan Curry (GBR) – 6/0 6/2

R16: Maria Esther Bueno (BRA) [4] d. Thelma Long (AUS) – 6/2 6/3

QF: Ann Haydon (GBR) d. Maria Esther Bueno (BRA) [4] – 6/3 7/5


1959 – Maria Esther Bueno

R128: Maria Esther Bueno (BRA) [6] d. Pauline Edwards (GBR) – 6/1 6/3

R64: Maria Esther Bueno (BRA) [6] d. Margot Dittmeyer (GER) – 4/6 6/1 6/1

R32: Maria Esther Bueno (BRA) [6] d. Mimi Arnold (USA) – 5/7 6/3 6/1

R16: Maria Esther Bueno (BRA) [6] d. Ruia Morrison (NZL) – 6/1 7/5

QF: Maria Esther Bueno (BRA) [6] d. Edda Buding (GER) – 6/3 6/3

SF: Maria Esther Bueno (BRA) [6] d. Sally Moore (USA) [7] – 6/2 6/4

F: Maria Esther Bueno (BRA) [6] d. Darlene Hard (USA) [4] – 6/4 6/3


1960 – Maria Esther Bueno

R64: Maria Esther Bueno (BRA) [1] d. Christianne Mercelis (BEL) – 6/3 6/2

R32: Maria Esther Bueno (BRA) [1] d. Tone Schirmer (NOR) – 6/2 6/1

R16: Maria Esther Bueno (BRA) [1] d. Margaret Hellyer (AUS) – 6/0 6/0

QF: Maria Esther Bueno (BRA) [1] d. Angela Mortimer (GBR) [5] – 6/1 6/1

SF: Maria Esther Bueno (BRA) [1] d. Christine Truman (GBR) [3] – 6/0 5/7 6/1

F: Maria Esther Bueno (BRA) [1] d. Sandra Reynolds (RSA) [8] – 8/6 6/0


1962 – Maria Esther Bueno

R128: Maria Esther Bueno (BRA) [3] d. Margaret Vamer (USA) – 6/3 6/4

R64: Maria Esther Bueno (BRA) [3] d. Edda Buding (GER) – 6/4 4/6 6/3

R32: Maria Esther Bueno (BRA) [3] d. Anna Dmitrieva (URS) – 3/6 6/1 6/1

R16: Maria Esther Bueno (BRA) [3] d. Deidre Catt (GBR) – 6/2 6/4

QF: Maria Esther Bueno (BRA) [3] d. Lesley Turner (AUS) [7] – 2/6 6/4 6/2

SF: Vera Sukova (TCH) d. Maria Esther Bueno (BRA) [3] – 6/4 6/3


1963 – Maria Esther Bueno

R64: Maria Esther Bueno (BRA) [7] d. Parveen Ahmed (PAK) – 6/0 6/0

R32: Maria Esther Bueno (BRA) [7] d. Annette van Zyl (RSA) – 6/2 6/0

R16: Maria Esther Bueno (BRA) [7] d. Liz Sterkie (GBR) – 6/1 7/5

QF: Billie Jean King (USA) d. Maria Esther Bueno (BRA) [7] – 6/2 7/5


1964 – Maria Esther Bueno

R64: Maria Esther Bueno (BRA) [2] d. Carol Prosen (USA) – 6/0 6/3

R32: Maria Esther Bueno (BRA) [2] d. Christianne Mercelis (BEL) – 6/1 6/1

R16: Maria Esther Bueno (BRA) [2] d. Trudy Groenman (NED) – 6/1 6/1

QF: Maria Esther Bueno (BRA) [2] d. Robyn Rbbern (AUS) [8] – 6/4 6/1

SF: Maria Esther Bueno (BRA) [2] d. Lesley Turner (AUS) [4] – 3/6 6/4 6/4

F: Maria Esther Bueno (BRA) [2] d. Margaret Court (AUS) [1] – 6/4 7/9 6/3


1965 – Maria Esther Bueno

R64: Maria Esther Bueno (BRA) [1] d. Winnie Shaw (GBR) – 6/3 6/2

R32: Maria Esther Bueno (BRA) [1] d. Madonna Schacht (AUS) – 6/4 7/5

R16: Maria Esther Bueno (BRA) [1] d. Ann Jones (GBR) – 6/4 7/5

QF: Maria Esther Bueno (BRA) [1] d. Julie Albert (USA) – 6/2 6/2

SF: Maria Esther Bueno (BRA) [1] d. Billie Jean King (USA) [5] – 6/4 5/7 6/3

F: Margaret Court (AUS) [2] d. Maria Esther Bueno (BRA) [1] – 6/4 7/5


1966 – Maria Esther Bueno

R64: Maria Esther Bueno (BRA) [2] d. Stephanie de Fina (USA) – 6/1 6/2

R32: Maria Esther Bueno (BRA) [2] d. Tory Fretz (USA) – 6/2 6/0

R16: Maria Esther Bueno (BRA) [2] d. Judy Tegart (AUS) – 6/3 4/6 6/2

QF: Maria Esther Bueno (BRA) [2] d. Françoise Durr (FRA) [7] – 6/4 6/3

SF: Maria Esther Bueno (BRA) [2] d. Ann Jones (GBR) [3] – 6/3 9/11 7/5

F: Billie Jean King (USA) [4] d. Maria Esther Bueno (BRA) [2] – 6/3 3/6 6/1


1967 – Maria Esther Bueno

R64: Maria Esther Bueno (BRA) [2] d. Laura Rossouw (RSA) – 6/3 6/1

R32: Maria Esther Bueno (BRA) [2] d. Lynn Abbes (USA) – 6/4 6/0

R16: Rosie Casals (USA) d. Maria Esther Bueno (BRA) [2] – 2/6 6/2 6/3


1968 – Maria Esther Bueno

R128: Maria Esther Bueno (BRA) [6] d. Lea Pericoli (ITA) – WO

R64: Maria Esther Bueno (BRA) [6] d. Carol Sherriff (AUS) – 6/4 6/1

R32: Maria Esther Bueno (BRA) [6] d. Julie Heldman (USA) – 6/4 6/1

R16: Maria Esther Bueno (BRA) [6] d. Rosie Casals (USA) – 5/7 6/4 6/3

QF: Nancy Richey (USA) [3] d. Maria Esther Bueno (BRA) [6] – 6/4 6/2


1969 – Suzana Petersen

R128: Suzana Petersen (BRA) d. Eva Lundquist (SWE) – 6/4 7/9 6/2

R64: Helen Amos (AUS) d. Suzana Petersen (BRA) – 6/4 3/6 6/4


1970 – Suzana Petersen

R128: Alena Palmeova (TCH) d. Suzana Petersen (BRA) – 6/2 6/3


1976 – Maria Esther Bueno

R128: Maria Esther Bueno (BRA) d. Robin Tenney (USA) – 6/4 6/4

R64: Maria Esther Bueno (BRA) d. Bunny Bruning (USA) – 6/4 3/6 8/6

R32: Maria Esther Bueno (BRA) d. Mona Guerrant (USA) – 6/4 3/6 6/3

R16: Sue Barker (GBR) [7] d. Maria Esther Bueno (BRA) – 2/6 6/2 6/1


1977 – Maria Esther Bueno

R64: Maria Esther Bueno (BRA) d. Janet Newberry (USA) – 1/6 8/6 8/6

R32: Billie Jean King (USA) [5] d. Maria Esther Bueno (BRA) – 6/2 7/5


1979 – Patricia Medrado

R128: Pam Shriver (USA) [16] d. Patricia Medrado (BRA) – 6/4 6/3


1981 – Glaucia Langela

R64: Sue Leo (AUS) d. Glaucia Langela (BRA) – 6/1 4/6 6/2


1982 – Claudia Monteiro e Patricia Medrado

R128: Sue Leo (AUS) d. Claudia Monteiro (BRA) – 6/3 2/6 6/3

R64: Patricia Medrado (BRA) d. Eva Pfaff (GER) – 6/3 7/6

R32: Wendy Turnbull (AUS) [6] d. Patricia Medrado (BRA) – 6/2 6/4


1983 – Claudia Monteiro e Patricia Medrado

R128: Elise Burgin (USA) d. Claudia Monteiro (BRA) – 6/2 6/4

R128: Barbara Potter (USA) [11] d. Patricia Medrado (BRA) – 7/5 6/1


1984 – Claudia Monteiro e Patricia Medrado

R128: Claudia Monteiro (BRA) d. Anna-Maria Fernandez (USA) – 4/6 6/2 9/7

R64: Andrea Temesvari (HUN) [15] d. Claudia Monteiro (BRA) – 6/4 6/1

R128: Michelle Torres (USA) d. Patricia Medrado (BRA) – 6/2 6/7 10/8


1985 – Niege Dias e Patricia Medrado

R128: Elise Burgin (USA) d. Patricia Medrado (BRA) – 7/6 6/2

R128: Diane Balestrat (AUS) d. Niege Dias (BRA) – 6/0 6/2


1986 – Niege Dias e Patricia Medrado

R128: Catherine Suire (FRA) d. Patricia Medrado (BRA) – 6/4 3/6 6/4

R128: Niege Dias (BRA) d. Annabel Croft (GBR) – 1/6 6/2 6/4

R64: Marie Christine Calleja (FRA) d. Niege Dias (BRA) – 6/2 6/4


1987 – Gisele Miró e Niege Dias

R128: Elizabeth Smylie (AUS) d. Niege Dias (BRA) – 6/2 6/3

R64: Isabelle Demongeot (FRA) d. Gisele Miró (BRA) – 6/3 6/1


1988 – Gisele Miró e Patricia Medrado

R128: Catherine Tanvier (FRA) d. Patricia Medrado (BRA) – 6/3 6/1

R128: Akiko Kijimuta (JPN) d. Gisele Miró (BRA) – 4/6 6/0 6/2


1989 – Gisele Miró

R128: Gisele Miró (BRA) d. Elna Reinach (RSA) – 6/1 6/3

R64: Anne Hobbs (GBR) d. Gisele Miró (BRA) – 5/7 6/2 6/4


1990 – Andrea Vieira

R128: Andrea Leand (USA) d. Andrea Vieira (BRA) – 6/3 7/5


2014 – Teliana Pereira

R128: Simona Halep (ROU) [3] d. Teliana Pereira (BRA) – 6/2 6/2


2015 – Teliana Pereira

R128: Camila Giorgi (ITA) [31] d. Teliana Pereira (BRA) – 7/6(4) 6/3


2016 – Teliana Pereira

R128: Varvara Lepchenko (USA) d. Teliana Pereira (BRA) – 5/7 7/6(3) 6/2


2017 – Beatriz Haddad Maia

R128: Beatriz Haddad Maia (BRA) d. Laura Robson (GBR) – 6/4 6/2

Djokovic estreia parceria com Agassi nesta segunda em Paris

Crédito: FFT

Atual campeão de Roland Garros, o sérvio Novak Djokovic é uma das principais atrações na rodada programada para esta segunda-feira e o motivo não é exatamente pela defesa do título, mas a presença de outro campeão em seu box: Andre Agassi.

Em um período turbulento e sem muitas explicações dos motivos, Djokovic dispensou toda a sua equipe técnica há algumas semanas (já havia dado deixado Boris Becker no final de 2016) e depois de viajar com o irmão Marko, anunciou após o vice-campeonato do Masters 1000 de Roma a contratação de Agassi.

Agassi venceu o Aberto da França em 1999 em título que marcou um ‘recomeço’ em sua carreira, inclusive na vida amorosa com Steffi Graf.

Depois de arrumar um guru para dar um jeito em problemas pessoais, Nole buscou Agassi para ajudar a colocar seu tênis novamente nos trilhos depois de interromper uma fase na qual dificilmente era batido.

O primeiro teste será na manhã desta segunda-feira, quando o número 2 do mundo estreia em Roland Garros contra o espanhol Marcel Granollers, no segundo jogo da Philippe Chatrier.

Outro destaque nesta segunda é a estreia de Rafael Nadal em busca do décimo título no Grand Slam francês. Ele encara o francês Benoit Paire no segundo jogo da Suzanne Lenglen.

Rafael Nadal
Nadal estreia em busca do décimo título Crédito: FFT

 

Alexander Zverev também disputa sua primeira partida nesta segunda-feira contra o espanhol Fernando Verdasco, um jogo perigoso para o garoto-prodígio da ATP.

Pela chave feminina, a espanhola Garbiñe Muguruza inicia a defesa do título abrindo a programação da Philippe Chatrier, às 11h locais (6h de Brasília), em jogo contra a Francesca Schiavone, campeã de 2010, que estava em queda-livre nas últimas temporadas, mas faz uma temporada bastante regular, com duas finais e um título no saibro no WTA de Bogotá.

Depois da queda da cabeça de chave 1, a alemã Angelique Kerber, já na primeira rodada neste domingo, o segundo dia de jogos marca a estreia da tcheca Karolina Pliskova, cabeça 2, contra a chinesa Saisai Zheng.

A francesa Kristina Mladenovic também faz sua estreia nesta segunda-feira contra a americana Jennifer Brady. Apesar da queda na primeira rodada de Roma, a francesa somou bons resultados no saibro e tem uma chave que a possibilita uma boa campanha em Paris.

O segundo dia marca a estreia de dois brasileiros em Paris, com Rogerio Dutra Silva encarando o russo Mikhail Youzhny no segundo jogo da quadra 5, enquanto Bia Haddad Maia faz o último jogo da quadra 6 contra a russa Elena Vesnina.

Programação completa desta segunda-feira


Queda, suor e Preguiça

O primeiro dia de Roland Garros teve como destaque a queda da alemã Angelique Kerber na primeira rodada diante da russa Ekaterina Makarova, que fechou com duplo 6/2 e marcou a primeira vez que uma cabeça de chave 1 não passou da estreia em Paris.

Não que fosse uma surpresa Kerber não conquistar o título na França, vide a fase da líder do ranking mundial, mas a queda com apenas quatro games ganhos deixa aberta a briga pela liderança da WTA, que pode ser de Karolina Pliskova, se for à final, ou a romena Simona Halep, em caso de título.

O destaque positivo foi a estreia vitoriosa da tcheca Petra Kvitova, superada a lesão na mão causada por um assalto em seu apartamento há alguns meses. Ela derrotou a americana Julia Boserup com 6/3 6/2 e terá na segunda rodada outra americana, a carismática Bethanie Mattek-Sands.

Thomaz Bellucci foi o primeiro brasileiro a estrear e sofreu com o calor em Paris na partida contra o sérvio Dusan Lajovic. Demonstrando claramente cansaço, o brasileiro não fez um grande jogo, mas conseguiu virar e fechar com 4/6 7/5 6/4 6/4 para seguir no torneio e encarar o francês Lucas Pouille, outro que não teve vida fácil no primeiro dia, mas bateu Julien Benneteau no quinto set.

Dominic Thiem e Bernard Tomic fizeram um primeiro set interessante, mas bastou. O austríaco acabou domindo o jogo e, com exceção de um ou outro ponto bem jogado, Tomic demonstrou aquela ‘boa vontade’ que lhe é comum e se despediu na primeira rodada, com vitória de Thiem por 6/4 6/0 6/2.

Celebração, ausências e incertezas em Roland Garros 2017

Crédito: FFT

Com um efeméride emblemático para os brasileiros, Roland Garros inicia neste domingo, a partir das 11h locais (6h de Brasília) mais uma edição contando com algumas marcas, além de presenças e ausências notáveis, que só trazem mais incertezas neste ano.

Entre as marcas, a principal para os brasileiros é a da comemoração dos 20 anos do primeiro título de Gustavo Kuerten em Paris, em 1997. Guga será bastante festejado pelas duas décadas da incrível conquista, uma delas foi disponibilizada na sexta-feira pela Federação Francesa de Tênis, com um documentário bem emocionante, embora com algumas ausências de figuras que fizeram parte da conquista, como o técnico Larri Passos e a assessora de imprensa Diana Gabanyi. Confira o vídeo abaixo:

 

Também na sexta-feira foram definidas as chaves principais de simples, a masculina tendo Andy Murray, Novak Djokovic, Stan Wawrinka e Rafael Nadal como os quatro principais cabeças de chave, sendo que Djokovic aparece pela primeira vez ao lado do americano Andre Agassi, agora técnico, depois de ter dispensado a equipe toda. Murray, que nunca é muito “normal”, vive um momento inconstante, o sorteio das chaves sorriu para Wawrinka, que já conquistou o torneio há dois anos, enquanto Nadal voltou a apresentar um bom nível de tênis no saibro e não tem como deixar de ser favorito no momento.

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Rafael Nadal busca o 10º título Crédito: FFT

Outros nomes que chegam podendo buscar a taça são os do austríaco Dominic Thiem, dono de uma temporada bastante eficiente no saibro, além do novato alemão Alexander Zverev, primeiro nascido nos anos 90 a vencer um Masters 1000 na última semana em Roma. A ausência é o veterano Roger Federer, que começou bem a temporada, mas decidiu não sujar as meias no saibro depois de ter levado o Australian Open e os Masters de Indian Wells e Miami.

Thiem estreia já neste domingo contra o australiano Bernard Tomic, um jogador considerado chato (em todos os sentidos), que busca quebrar o ritmo e a paciência dos adversários. Pelo que fez no ano, o austríaco dificilmente será surpreendido.

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Rogerinho amparado por Wawrinka após lesionar o tornozelo em Genebra Crédito: Geneva Open ATP

Ainda sobre a chave masculina, este ano o Grand Slam parisiense tem três tenistas brasileiros em ação, com Thomaz Bellucci, Rogerio Dutra Silva e Thiago Monteiro. Bellucci teve alguns momentos bons no ano, como a semana em Houston, onde foi vice-campeão, Rogerinho vive talvez a melhor fase da carreira aos 33 anos, tanto em termos de ranking, quanto de resultados, mas abandonou a segunda rodada de Genebra contra Wawrinka (campeão do torneio) depois de cair em quadra e sentir uma lesão no tornozelo. Monteiro está na busca por se firmar no top 100 e os últimos resultados não foram bons, o que pode mudar com uma boa estreia em Paris.

O primeiro brasileiro a estrear é Thomaz Bellucci, que encara o sérvio Dusan Lajovic no último jogo da quadra 17. O sérvio é número 78 do mundo, não faz uma temporada excepcional, ainda menos no saibro, onde acumulou na Europa derrotas para o húngaro Attila Balasz (272º), no quali de Budapeste, para o novato americano Reilly Opelka (166º) no Challenger de Aix en Provence, na França, além de parar diante do jovem francês Benjamin Bonzi (então 306º), nas quartas de final do Challenger de Bordeaux, seu torneio mais recente.

Bellucci vem de vitórias maiores, além de jogos perdidos depois de ter larga vantagem, sempre um perigo quando lembramos que serão jogados cinco sets. Mas o favoritismo da partida é total do brasileiro.

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Victoria Azarenka presente apenas no Kids Day em Roland Garros 2017    Crédito: Corinne Dubreuil/FFT

Pela chave feminina, esta edição é de ausências. Serena Williams está grávida, Victoria Azarenka virou mãe e ainda não voltou a jogar, Maria Sharapova teve negado convite até para o qualifying depois de encerrar a suspensão por doping. Outras jogadoras como Garbiñe Muguruza e Simona Halep tiveram problemas físicos antes de Roland Garros, mas estão confirmadas no torneio e surgem entre as favoritas.

A cabeça de chave 1 é a alemã Angelique Kerber, número 1 do mundo, que vem numa fase lazarenta e não está cotada entre as favoritas. A cabeça de chave 2 é Karolina Pliskova, que não é lá uma especialista no saibro, tendo caído para Anastasija Sevastova na segunda rodada de Madri e Elina Svitolina nas quartas em Roma. Halep é a cabeça 3 e, se estiver bem fisicamente pode brigar pelo título em Paris, tem uma chave boa para isso. Quarta cabeça de chave, Muguruza estreia contra a campeã de 2010, a italiana Francesca Schiavone, e pode ir bem se também estiver 100% recuperada.

Mas o mais legal neste Roland Garros é ver a tcheca Petra Kvitova de volta depois de ela ter ficado afastada vítima de um assalto no qual foi esfaqueada. É ela que terá a honra de abrir a programação da Philippe Chatrier contra a americana Julia Boserup.

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Bia Haddad Maia furou o quali em Paris Crédito: Corinne Dubreuil/FFT

Para os brasileiros, outro destaque é a presença da paulista Beatriz Haddad Maia, a Bia, que furou o qualifying de um Grand Slam pela primeira vez na carreira e se torna apenas a 11ª tenista do Brasil a jogar a chave de simples de Roland Garros na Era Aberta (desde 1968) – enquanto no masculino foram 31 no período. Ela estreia na chave principal segunda-feira contra a russa Elena Vesnina, número 15 do mundo, que é experiente mas acumula quatro derrotas consecutivas na gira de saibro, as duas mais recentes para jogadoras que vieram do qualifying.

Kerber joga logo em seguida contra a russa Ekaterina Makarova. Outro jogo de destaque é a estreia da russa Svetlana Kuznetsova, campeã em 2009 e vice em 2006, que encara a americana Christina McHale. A inesgotável Venus Williams é mais uma que estreia neste domingo contra a chinesa Qiang Wang buscando uma boa campanha, sendo que desde 2007 não alcança as quartas de final.

Cabeça 6, Dominika Cibulkova não vem de bons jogos na gira de saibro e estreia também neste domingo contra a espanhola Lara Arruabarrena.

Os jogos de Roland Garros serão transmitidos ao vivo pelo Bandsports, única emissora que detém os direitos de transmissão do torneio no Brasil. Além da TV, os jogos também podem ser vistos pela internet no site http://www.bandsports.com.br. Para quem gosta de sofrer, tem ainda o app oficial e o site oficial de Roland Garros com o placar ao vivo.

Clique aqui para conferir a programação deste domingo.

Abaixo as chaves completas:

Masculina

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Feminina

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